LGPD: Adequação e busca profissional

A Lei Geral de Proteção de Dados vem exigindo muitas mudanças no atual cenário as organizações. Estas, por sua vez, passarão por diferentes processos de adequação – uma delas será a obrigatoriedade em possuir figuras que representam seus agentes de tratamento e encarregado.

Imagem por freepik.com.

São denominados agentes de tratamento o controlador e operador, sendo que as responsabilidades previstas em lei por cada um são:

Controlador: Pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado que possui o poder de tomada de decisão referente ao tratamento de dados pessoais.

Operador: Pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado que possui o tratamento dos dados pessoais em nome do controlador.

A figura de encarregado, também chamada de DPO (Data Protection Officer), é uma profissão antiga (criada por volta de 1980) e considerada por muitos anos um investimento desnecessário para as empresas.

A exigência da nova Lei Brasileira faz com que a busca por profissionais com expertise na área de proteção de dados aumente consideravelmente, desempenhando agora um papel fundamental em diversos ramos de negócio, favorecendo o crescimento das organizações. A Associação Brasileira de Agentes Digitais (ABRADi) afirma o profissional de DPO já é uma das profissões do momento, atingindo uma média salarial de R$ 19.689,00.

Mas como se adequar à lei e conseguir uma realocação no mercado de trabalho? Atualmente há diversos cursos disponíveis em plataforma digital que abordam o tema, oferecendo um bom direcionamento para quem está começando na carreira. Com a atual demanda de informações muitos livros estrangeiros para o português, facilitando o acesso à informação.

Vale lembrar que o principal guia de governança de dados que apresenta as estruturas e perfis de cada um destes profissionais é o DMBok do Dama – Data Management Association.

Sua empresa já está formalizada?



×