LGPD: Por que se adequar?

Muito tem se falado de LGPD: a lei aprovada em agosto de 2018 que está prestes a entrar em vigor. Mas em diversos momentos da história da legislação brasileira as medidas passam pela fase de aprovação e logo caem em esquecimento.


Este fator tem sido ponto de discussão em diversas organizações: ” – Será que devo investir na adequação dos meus dados?” A resposta é sim, deve!
O principal objetivo da LGPD, fundamentada na GRPD e traduzida para o português como Regulamento Geral sobre Proteção de Dados, é permitir aos cidadãos maior controle de seus dados e também aumentar a restrição de como as empresas podem utilizá-los.


O impacto causado pela lei não é somente para os 28 países da União Europeia, pois a lei também prevê as empresas que possuem filiais, inclusive as Brasileiras. As empresas Europeias que possuem filiais fora do seu território terão que se adequar de acordo com a lei vigente da região de atuação. Ex: Se uma empresa francesa abre uma filial em São Paulo, esta terá que se adequar as normas previstas na LGPD e não a GDPR (restrita apenas a sua pátria).


Ou seja, está é uma lei que auxilia na reputação das empresas permitindo negociações entre países, pois ambos devem estar adequados a uma lei que proteja os dados pessoais seja ela qual for.


É importante conscientizar-se de que, com o avanço da tecnologia e aperfeiçoamento de sistemas e sites, novos dados e estruturas de armazenamento irão surgir. Seguindo este crescimento exponencial, novas medidas de proteção de dados terão que ser estabelecidas para a proteção dos usuários.

Este ano (2019) empresas como Facebook, Google, Yahoo e Uber foram multadas pela exposição ou vazamento de informações pessoais dos clientes.


LGPD é real, fundamental e inevitável para a revolução tecnológica que estamos vivenciando.



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